quinta-feira, 19 de março de 2026

Teu cheiro ficou na minha pele, como um vício que não se lava.

 Teu cheiro ficou na minha pele, como um vício que não se lava.


Ela fechou os olhos e respirou fundo... o cheiro dele ainda estava ali, preso na pele, misturado ao suor, ao lençol, à lembrança da noite anterior.


Ele riu baixo.


— Ainda sente meu perfume?


Ela abriu os olhos devagar, o olhar cheio de provocação.


— Mais que isso. Sinto você em mim.

Não era perfume.


Era presença.


Aquela que não sai com o banho, nem com o tempo.


Porque certos corpos não se tocam... se gravam.


E o dela, agora, era território marcado.

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