O prazer é meu, mas eu decido quando o seu começa.
Ele tentou tocar, mas a mão dela segurou firme o movimento.
— Implora. — disse, olhando direto nos olhos dele.
— Eu não… — a voz dele vacilou.
Ela ergueu o queixo, com um sorriso de pura provocação.
— Então fica sem.
O tempo correu lento, a tensão crescendo em cada centímetro não tocado. Ele percebeu que estava entregue antes mesmo de conseguir responder. O desejo dele era urgente, mas a decisão era dela.
E a cada segundo que passava, ele entendia melhor: o prazer que buscava estava preso na ponta da língua dela, esperando apenas um comando para libertá-lo.
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