sábado, 24 de janeiro de 2026

Quero tua pele marcada, teu corpo lembrando de mim até amanhã.

 Quero tua pele marcada, teu corpo lembrando de mim até amanhã.

As unhas dele desceram pela cintura dela, arrancando um arrepio misturado a gemido.


— Vai doer… — ela murmurou, mordendo o lábio.

Ele sorriu de canto, com a respiração quente colada à dela.


— Vai, mas vai doer gostoso.

As marcas não eram apenas físicas. Cada arranhão carregava a lembrança de uma noite que não passaria em branco. No dia seguinte, o espelho seria testemunha: a pele denunciaria o prazer que tinham vivido.


E ela sabia...  essas lembranças gravadas no corpo eram as que mais incendiavam a mente.

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