Quero tua pele marcada, teu corpo lembrando de mim até amanhã.
As unhas dele desceram pela cintura dela, arrancando um arrepio misturado a gemido.
— Vai doer… — ela murmurou, mordendo o lábio.
Ele sorriu de canto, com a respiração quente colada à dela.
— Vai, mas vai doer gostoso.
As marcas não eram apenas físicas. Cada arranhão carregava a lembrança de uma noite que não passaria em branco. No dia seguinte, o espelho seria testemunha: a pele denunciaria o prazer que tinham vivido.
E ela sabia... essas lembranças gravadas no corpo eram as que mais incendiavam a mente.
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