sábado, 31 de janeiro de 2026

Quero tua boca ofegante, perdida entre gemidos e mordidas.

 Quero tua boca ofegante, perdida entre gemidos e mordidas.

Ela sentiu o dente dele cravar levemente no lábio, misturando dor e prazer.


— Você morde forte… — disse, com a respiração falha, tentando se recompor.


Ele sorriu de lado, ainda segurando o rosto dela com firmeza.


— E ainda nem comecei a provar teu limite.

O beijo voltou mais urgente, como se fosse um duelo. Cada mordida era resposta, cada gemido, rendição. A boca se transformou em território de batalha e entrega, onde o sabor do desejo tinha gosto de pele, suor e ousadia.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Eu fico na tua cabeça muito antes de chegar ao teu corpo.

  Eu fico na tua cabeça muito antes de chegar ao teu corpo. Ela entrou sem bater. Não no quarto — na mente. — Desde quando você está aí? — ...