Quero tua boca ofegante, perdida entre gemidos e mordidas.
Ela sentiu o dente dele cravar levemente no lábio, misturando dor e prazer.
— Você morde forte… — disse, com a respiração falha, tentando se recompor.
Ele sorriu de lado, ainda segurando o rosto dela com firmeza.
— E ainda nem comecei a provar teu limite.
O beijo voltou mais urgente, como se fosse um duelo. Cada mordida era resposta, cada gemido, rendição. A boca se transformou em território de batalha e entrega, onde o sabor do desejo tinha gosto de pele, suor e ousadia.
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