quinta-feira, 9 de outubro de 2025

Quero você suado, bruto, me arrancando da razão com cada estocada de fogo.

 Quero você suado, bruto, me arrancando da razão com cada estocada de fogo.

Ela não queria delicadezas naquela noite.

O corpo pedia violência doce, intensidade sem disfarce, suor misturado ao desejo.

— Vai devagar? — ele perguntou, entre um beijo e outro, mordendo-lhe os lábios como aviso.
— Não. Hoje eu quero perder o controle contigo — ela respondeu, olhando fundo, quase desafiando.

Ele a prendeu pelos quadris, firme, bruto, como se o mundo pudesse acabar ali mesmo.
Cada investida era um golpe que incendiava, um furacão sem pausa, um grito engolido entre gemidos.

— Você me enlouquece — ele arfava.
— Então me enlouquece de volta — ela devolveu, puxando-o para mais fundo, para além de qualquer razão.

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