quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Quero tua boca me rasgando em gemidos que eu não consiga calar.

 Quero tua boca me rasgando em gemidos que eu não consiga calar.

Ele se aproximou, os lábios a milímetros dos dela.

— Posso te beijar forte? — perguntou, a voz carregada de urgência.


Ela não desviou os olhos, deixando o corpo inclinar-se ao encontro.


— Se não for pra me arrancar gemidos, nem começa.

O beijo veio bruto, faminto, misturando saliva, suspiros e uma pressa quase animal. Ela gemeu, primeiro baixo, depois sem conseguir segurar. Cada investida da boca dele era um pedido e uma ordem ao mesmo tempo, e o corpo dela respondia com tremores que não pediam permissão.


Era mais do que beijo... era invasão, era incêndio. E ela não queria apagar.

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