Quero tua boca me rasgando em gemidos que eu não consiga calar.
Ele se aproximou, os lábios a milímetros dos dela.
— Posso te beijar forte? — perguntou, a voz carregada de urgência.
Ela não desviou os olhos, deixando o corpo inclinar-se ao encontro.
— Se não for pra me arrancar gemidos, nem começa.
O beijo veio bruto, faminto, misturando saliva, suspiros e uma pressa quase animal. Ela gemeu, primeiro baixo, depois sem conseguir segurar. Cada investida da boca dele era um pedido e uma ordem ao mesmo tempo, e o corpo dela respondia com tremores que não pediam permissão.
Era mais do que beijo... era invasão, era incêndio. E ela não queria apagar.
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