sábado, 17 de janeiro de 2026

Te quero arfando, com o corpo pedindo pausa e a boca implorando mais.

 Te quero arfando, com o corpo pedindo pausa e a boca implorando mais.

O corpo dela já tremia sob o dele, o ar rarefeito nos pulmões.


— Vai devagar… — ela sussurrou entrecortada, as mãos agarradas ao lençol.


Ele mordeu o lábio inferior, olhando para o suor que escorria da pele dela.


— Não. Quero teu corpo implorando pelo contrário.

O ritmo aumentou. Cada investida era um desafio. Cada gemido, uma rendição.


Ela queria pedir pausa, mas o desejo era maior que o fôlego. Entre um suspiro e outro, percebeu que estava exatamente onde gostava: na beira do limite, pronta para implorar mais.

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