quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Se você me abrir as portas, não espere que eu bata. Eu invado. E deixo marca.

Ela não sabe entrar leve.

Ela vem como furacão com batom vermelho e promessas indecentes.
Ela entra, devora, e ainda pergunta se você aguenta.

Ela não quer migalhas,
não quer convite.
Ela quer presença.

“Se você me abrir as portas, não espere que eu bata. Eu invado. E deixo marca.”

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